Turbante e Tarbush
Turbante (do persa dulband, em turco tülbent) consiste em uma grande tira de pano de até 45 metros de comprimento enrolada sobre a cabeça, e de uso muito comum no Oriente Médio, principalmente entre os muçulmanos.
A origem do turbante é desconhecida, mas sabe-se que já era usado no Oriente muito antes do surgimento do islamismo.
As inúmeras formas de amarrar o turbante representam uma espécie de linguagem popular, podendo indicar a posição social, a tribo a que a pessoa pertence e até mesmo o seu humor naquele momento. O uso mais intensivo do turbante se estende por toda a Ásia e pela África.
Os sikhs, que não são nem muçulmanos e nem árabes, constituem a maioria das pessoas que usam turbantes no mundo ocidental. Os turbantes também são usados pelas mulheres ocidentais, como um acessório de moda. Na década de 1960 eles foram bem populares, mas não eram amarrados da mesma forma que os dos homens, presos à frente da cabeça. Usando longos lenços, elas primeiro amarravam as pontas à frente da cabeça e, a seguir, passando as pontas pela testa, as prendiam na nuca.
Tarbush , também conhecido como fez, é um pequeno chapéu de feltro ou pano muitas vezes utilizados em conjunto com um turbante. O tarbush é mais comumente usado pelos muçulmanos, embora na religião islâmica não haja rigor nenhum quanto ao seu uso. O tarbush tornou-se muito popular durante o Império Otomano, quando foi incorporado ao traje oficial do governo. Apenas os homens usam o tarbush.
